Os dados abaixo saem do próprio certificado, não do cadastro.
Cole a API key da conta no campo lá em cima. Se ainda não existe
nenhuma conta, vá em Administração, informe o
NFE_ADMIN_TOKEN do serviço e crie a primeira — a API key
aparece uma vez só, e de lá você já entra com ela.
Envie o .pfx como veio da autoridade certificadora. Se estiver em
RC2-40 (o caso comum), a conversão acontece aqui — você não precisa reempacotar nada.
O NSU é o estado do sistema: o serviço entrega o que veio depois dele, e cada fonte tem a sua sequência — o NSU 500 de uma não é o da outra.
NFS-e só chega de municípios que aderiram ao padrão nacional e compartilham com o ADN. O que estiver fora dele não aparece aqui — e não há como saber o que está faltando. O ADN também não informa quantos documentos ainda existem, por isso não há contagem de pendentes.
documento(s) .
| Recebido | Origem | Tipo | NSU | Chave | Competência | |
|---|---|---|---|---|---|---|
É o NFE_ADMIN_TOKEN do serviço. Fica só neste navegador.
A API key aparece uma única vez — o banco guarda só o hash.
O CNPJ consultado é de quem são os documentos. O certificado enviado depois pode ser o da matriz — basta compartilhar os 8 primeiros dígitos.
| Nome | CNPJ consultado | UF | Ambiente | Criada em | Situação | ID |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Conta | CNPJ consultado | Titular | Vence em | Faltam | |
|---|---|---|---|---|---|